De acordo com a coordenadora de marketing das FIB, Maria Eugênia Porém, já estão abertas as inscrições das provas agendadas de um novo processo seletivo para todos os cursos já existentes nas FIB, incluindo agora vagas para os cursos de Design de Moda e Produção Audiovisual. As inscrições podem ser feitas clicando aqui. As provas acontecem de Segunda a Sexta-Feira, das 9h às 21h, e Sábado, das 9h às 11h. Outras informações através do telefone (14) 2109-6200.
Segundo o Guia do Estudante, a atividade principal do tecnólogo de AudioVisual é fazer curtas e longas-metragens, videoclipes, filmes de publicidade e audiovisuais para a TV. Esse profissional participa de qualquer etapa da produção, roteirização, filmagem ou gravação, iluminação, fotografia, sonorização e edição de imagens. Ele também presta assistência, elabora orçamentos e faz a divulgação e a comercialização de produtos multimídia. A carreira oferece oportunidades em emissoras de TV abertas e por assinatura, rádios AM e FM de todos os portes, canais comunitários e alternativos, produtoras e estúdios de áudio e vídeo e agências de propaganda.
Ainda segundo o Guia, o tecnólogo em Design de Moda atua em toda a cadeia de produção, distribuição, divulgação e comercialização da moda. Cria tecidos, roupas, calçados e acessórios, interpretando as tendências e o comportamento do mercado da moda. Pode dedicar-se à indústria da confecção ou às atividades de moda e estilismo. Em indústrias e confecções, acompanha a produção e o trabalho de modelistas e costureiros, participa da organização de desfiles e de campanhas de marketing. Envolve-se na elaboração de moldes, no corte e na costura das peças e na embalagem e armazenagem de roupas e acessórios. Cria estampas e pesquisa novos materiais, texturas e combinações de cores. Como gestor, desenvolve estratégias de negócios para as empresas de moda. Pode, ainda, prestar assessoria de moda para grandes lojas, definindo a disposição dos produtos nas vitrines e escolhendo as coleções a ser compradas.
Design de Moda
Segundo o diretor administrativo das FIB, José Ranieri Neto, "o Curso Superior de Tecnologia em Design de Moda das Faculdades Integradas de Bauru foi concebido para atender às necessidades da educação profissional na área de Design de Moda na região de Bauru, no Estado de São Paulo e no Brasil. Desenvolvido com base na Resolução CNE/CP nº 03/2002 de 18/12/2002, publicada no DOU em 23/12/2002 (Institui Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Organização e o Funcionamento dos Cursos Superiores de Tecnologia); na Lei nº 9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) e no Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia, aprovado pela Portaria MEC 10/2006, de 28 de julho de 2006".
Ele acrescenta que “em busca da superação da dicotomia entre o saber e o fazer, a sua organização foi proposta a fim de favorecer o eixo tecnológico de produção cultural e design, como peça importante para contribuição do aperfeiçoamento das técnicas de planejamento, confecção e produção de moda e o aumento da qualidade nos serviços ligados à moda em geral; além de fortalecer uma visão ética, empreendedora e criativa, como também, uma postura analítica e crítica de sua área de atuação profissional”.
Para Neto, a organização curricular do curso mantém o equilíbrio entre os aspectos teóricos e práticos da formação, visando assegurar à aquisição de competências e habilidades, com o intuito de sedimentar a formação do profissional conforme o seu projeto pedagógico. “As unidades curriculares contam uma relação direta entre a teoria e a prática, bem como o desenvolvimento de atividades complementares que se harmonizam com os objetivos gerais do curso” explica.
O curso visa à capacitação para o desenvolvimento de competências profissionais que se traduzam em produção cultural e design, criando condições para articular, mobilizar e colocar em ação conhecimentos, habilidades, valores e atitudes para responder, de forma original e criativa, com eficiência e eficácia, aos desafios e requerimentos do mundo do trabalho.
Possui a finalidade de formar profissionais voltados para o ramo da moda, que poderão atuar no processo de produção e confecção do vestuário, considerando fatores estéticos, simbólicos, ergonômicos e produtivos; aptos a compreender o mercado, suas tendências e toda a cadeia produtiva e atuar em gestão e marketing de moda.
Com o pensar voltado para a formação prospectiva, antecipando os desafios que aguardam os egressos no futuro que ainda não se conhece o contorno, busca-se uma aprendizagem ativa e problematizadora voltada para autonomia intelectual, apoiada em formas criativas e estimulantes para o processo de ensino, formando um profissional comprometido com a curiosidade epistemológica e com a resolução de problemas da realidade cotidiana.
Produção Audiovisual
O Estado de São Paulo é um importante pólo de produção audiovisual do Brasil. Produz filmes, vídeos e programas de TV que conquistam o respeito da crítica e reconhecimento no Brasil e no exterior. Paralelamente as mudanças científico-tecnológicas na área de produção audiovisual estão se processando com velocidade cada vez maior nas últimas décadas. São cada vez mais necessários programas regulares de formação profissional.
Os atuais esforços no sentido da regulamentação do setor audiovisual brasileiro indicam que o mercado de trabalho cinematográfico tende a crescer. O mercado audiovisual brasileiro, como um todo, vem apresentando um relativo crescimento na oferta de postos de trabalho nos últimos anos. Levantamentos setoriais realizados pelo Comitê Executivo de Políticas Públicas do Audiovisual juntamente com as entidades representativas do setor, organizados e divulgados pela FUNDACINE indicaram, já no ano 2000, as necessidades de formação para algumas funções como técnicos de som, editores, produtores, cenógrafos, figurinistas, entre outras. No panorama nacional, segundo dados do Ministério da Cultura, já em 1997 a Indústria Audiovisual no Brasil registrava receitas da ordem de 5,5 bilhões de dólares, algo como 1% do PIB.
O diretor administrativo das FIB, José Ranieri Neto, rememora que em Bauru, no primeiro semestre do ano 2000 entrou no ar, oficialmente, o CNUB – Canal Universitário de Bauru, com transmissão pelo canal 14 da NET (TV a cabo) local, mantido em parceria, por 3 (três) Instituições de Ensino Superior de Bauru. Enquadrando-se na Lei Federal nº 8.977 de 1995, seu estatuto teve como inspiração as experiências em andamento dos canais comunitário de São Paulo e Bauru, mais precisamente, a TV Centrinho/USP. Com sede na Av. Duque de Caxias nº 4-36, Altos da Cidade, ao lado da sede da NET, é uma entidade sem fins lucrativos. No ar 24 horas por dia, com grade de programação rotativa entre as TVs associadas, TV FIB, TV UNIP e TV USC, retransmitindo também, a programação da Rede Minas de Televisão, baseia-se no tripé Educação, Cultura e Cidadania e integra a Comissão de Formação da Rede Nacional de Televisão Universitária que envolve 15 canais universitários do país.
A TV FIB, concebida concomitantemente com as próprias FIB, adquiriu tecnologia digital necessária para a produção dos seus programas e em novembro de 2000, quando realizou a cobertura da tradicional GrandExpo Bauru, levou ao CNUB, a melhor qualidade de som e imagens por este já transmitida.
Neto destaca que “as FIB entendem que num mundo em que a indústria audiovisual, além de sua importância econômica como grande geradora de empregos, tem papel decisivo na síntese do imaginário cultural de todas as sociedades, cabe às IES formar profissionais capazes de dar uma dimensão humana às obras em que trabalham, objetivando formar profissionais tecnicamente capacitados para atuarem no conjunto de atividades essenciais à realização de obras audiovisuais”. Rádio, televisão, estúdios de cinema, agências de publicidade, empresas de marketing, agências de comunicação integrada são possibilidades de atuação do Tecnólogo em Produção Audiovisual. Esse profissional atua na produção audiovisual, desde a filmagem, gravação, iluminação, fotografia, sonorização, edição até a gerência de setores técnicos e administrativos, utilizando recursos tecnológicos, equipamentos e ferramentas eletrônicas, empregando técnicas de direção, de pré e pós-produção.
O Curso Superior de Tecnologia em Produção Audiovisual das FIB tem por finalidade colocar no mercado de trabalho, em um prazo de apenas dois anos, profissionais qualificados para atuarem nas empresas do setor.